27 de fevereiro de 2011

Nós somos o que pensamos.


Nós somos o que pensamos.
Tudo o que somos emerge com os nossos pensamentos.
Com os pensamentos fazemos o mundo.
Se falares ou agires com um espírito impuro
Os problemas seguir-te-ão
Como a roda segue o boi que puxa a carroça.

Nós somos o que pensamos.
Tudo o que somos emerge com os nossos pensamentos.
Com os nossos pensamentos fazemos o mundo.
Se falares ou agires com um espírito puro, a felicidade seguir-te-á
Como a tua sombra, constantemente.
Como pode um espírito perturbado
Compreender o caminho?

O vosso pior inimigo não vos pode magoar
Tanto quanto os vossos pensamentos descontrolados.

Mas uma vez dominados,
Ninguém vos ajudará tanto como eles,
Nem mesmo o vosso pai ou a vossa mãe.



(excerto de Dhammapada, tradução portuguesa de Conceição Gomes e Tsering Paldrön, segundo a versão de Thomas Byrom incluída em Os Ensinamentos do Buda, editorial Presença)

26 de fevereiro de 2011

PROGRAMAÇÃO DO TEMPLO PARA DOMINGO - 27/02/2011

DOMINGO - 27/02


 
   

8:00h  
Limpeza e arrumação do templo.

09:00h às 10:00h
Prática de Tara Vermelha

10:30h às 16:30h
Recitação da Soberana das Preces de Aspiração e  Acumulação de Barche Lamsal
 
 



O mérito gerado por esta prática será dedicado para dissipar os obstáculos do caminho espiritual e pela paz no mundo.  Podemos, também, fazer dedicações para as pessoas que conhecemos que enfrentam quaisquer tipos de obstáculos.
É auspicioso sermos generosos e contribuírmos de todas as formas para o sucesso da prática: ofertando flôres, incenso, velas, alimentos (para o lanches que se realizarão no intervalo e após as práticas.) e nossa força de trabalho para a limpeza do espaço.



 
""Não prolongue o passado,
Não convide o futuro,
Não altere sua atenção natural -
Não tema aparências.
Não há nada além disso!"

[Patrul Rinpoche]

Expressão da natureza buda

Pintura de Alex Grey
Nossa natureza fundamental — que chamamos de “natureza buda”, a própria natureza da mente — está espontaneamente presente dentro de nós como um atributo natural. Nossa mente, que é o assunto aqui, tem continuado desde um tempo sem início, assim como a natureza da mente, mais sutil.
Na base da continuidade dessa sutil natureza da nossa mente está a capacidade que temos de alcançar a iluminação. Esse potencial é o que chamamos “semente do estado búdico”, “natureza buda”, “natureza fundamental” ou “tathagatagarbha”.
Todos temos essa natureza buda, cada um entre todos nós. Por exemplo, essa bonita estátua aqui do senhor Buda, à qual estamos sentados diante, é uma representação que homenageia alguém que alcançou o estado búdico. Ele despertou nesse estado de iluminação porque sua natureza era a natureza buda. A nossa também é: assim como o Buda se iluminou no passado, também podemos nos tornar budas no futuro.
[...] Em todo caso, lá reside dentro de todos nós esse potencial que nos permite despertar no estado búdico e alcançar onisciência. O processo de iniciação atrai esse potencial para fora e permite que ele se expresse mais completamente.
Quando uma iniciação é concedida a você, é a natureza da sua mente — a natureza buda — que fornece a base para a iniciação poder te amadurecer. Através da iniciação, você recebe a transmissão de poder da essência dos budas das cinco famílias. Mais especificamente, você é “amadurecido” dentro da família específica à qual tem predisposição para alcançar o estado búdico.
Dalai Lama (Tibete, 1935 ~)
“Dzogchen – The Heart Essence of the Great Perfection”
(Dharma Quote of The Week – Snow Lion, 25/02/2011)

25 de fevereiro de 2011

Guru Rinpoche

oferenda de mandala



"O guru é como uma joia que realiza desejos, concedendo todas as qualidades de realização... ele é igual a todos os budas. Estabelecer qualquer conexão com ele, seja por vê-lo, ouvir sua voz, lembrar-se dele, ou ser tocado por sua mão, nos guiará à liberação. Ter total confiança nele é a maneira certa de se progredir em direção à iluminação."
(Sua Santidade Dilgo Khyentse Rinpoche)

24 de fevereiro de 2011

Preparação que nunca termina

Desperdiçamos nossas vidas inteiras fazendo preparativos;
Enquanto nos preparamos todos morremos.
Mesmo com a morte não há fim para os preparativos,
Já que começamos a nos preparar para a próxima vida.
Drakpa Gyaltsen (Tibete, séc. 12)
“Abandonar os quatro apegos”, v. 21
“Mind Training”

O cultivo de um bom coração



A base da mente altruísta de iluminação é um bom coração, uma mente bondosa, o tempo todo. Todos nós podemos nos beneficiar desse cultivo; não devemos ficar raivosos, brigar, revidar e tudo mais. Quando as pessoas se engajam em tais atividades, elas fazem isso devido a preocupações pessoais, mas na verdade estão apenas se prejudicando. Então, todos nós precisamos fazer tudo que pudermos para cultivar uma mente bondosa, um bom coração.
Não estou apenas explicando isso; eu também estou fazendo tudo que posso para praticar isso. Todo mundo precisa fazer o que for possível, porque o tanto que conseguirmos praticar é o tanto que isso irá ajudar.
Se você se engajar nessas práticas e ganhar experiência nelas, suas atitudes e o modo como vê as outras pessoas vão mudar. Então, quando surgir um problema — que já apareceu antes — você não vai reagir com a mesma irritação, não vai gerar as mesmas atitudes negativas.
Essa mudança não é algo externo — não é uma questão de fazer uma plástica no nariz ou adotar um novo corte de cabelo. Acontece dentro da mente. Algumas pessoas conseguem suportar problemas, outras não conseguem; a diferença é a atitude interior.
A mudança advinda de colocar esses ensinamentos em prática vem devagar. Após algum tempo, podemos encontrar pessoas que nos dizem que mudamos — isso é um bom sinal, um sinal de que a prática tem sido efetiva.
Dalai Lama (Tibete, 1935 ~)
“Kindness, Clarity, and Insight”
(Dharma Quote of The Week – Snow Lion, 03/07/2010)

17 de fevereiro de 2011

CINEMA DIA 20 DE FEVEREIRO ÀS 15:30

Caros amigos, exibiremos dia 20 de fevereiro a partir das 15:30h o filme SETE ANOS NO TIBET.

Divulguem, compareçam e levem os amigos.

 A pipoca é por nossa conta.


14 de fevereiro de 2011

Além do ressentimento


As pessoas prejudicam as outras apenas quando estão infelizes. Ninguém acorda de manhã e diz: “Sinto-me tão bem hoje! Acho que vou sair e prejudicar alguém!”.
Quando nos permitimos conhecer a profundidade da dor e confusão sentidas por aqueles que nos prejudicaram, a compaixão — o desejo de que eles se libertem de tal sofrimento — pode surgir facilmente.
Pensar assim não é lavagem cerebral ou negação do dano cometido; justamente, nos conscientizamos dele, mas vamos além do ressentimento acumulado, porque sabemos que o rancor não ajuda nem a nós nem os outros.
Thubten Chodron (EUA, 1950~)
“Working with anger”

9 de fevereiro de 2011

Seria muito mais produtivo se as pessoas procurassem compreender seus pretensos inimigos. Aprender a perdoar é muito mais proveitoso do que simplesmente pegar uma pedra e arremessá-la contra o objeto de sua ira. Quanto maior a provocação, maior a vantagem do perdão. (Dalai Lama, O Livro de Dias, Sextante)

3 de fevereiro de 2011

sessão de cinema no templo

domingo dia 06 de fevereiro, às 16 horas, será exibido o filme:
Pequeno Buda
Estão todos convidados!
ingressos: R$2,00






Sinopse


Um pequeno jovem americano conhece um grupo de monges tibetanos que asseguram que ele é a reencarnação de um verdadeiro professor Budista. Sob a incredibilidade inicial, pais e filho partem rumo ao país asiático onde encontram crenças e formas de vida muito distintas das suas. Este filme é uma fábula para a criança que existe em cada um de nós e abre as portas ao Ocidente mostrando a experiência única do Busdimo.